Arte virtual

Quatro artistas africanos apresentam a sua obra em vídeo-pílulas que vamos disponibilizar aqui
Arte virtual. Quatro artistas africanos apresentam seu trabalho em vídeo-pílulas

A Casa África abrirá as portas virtuais de uma exposição de arte contemporânea que apresenta o trabalho de quatro artistas africanos com uma importante trajetória internacional. Em formato de vídeo-pílulas que se difundirão nos nossos perfis nas redes sociais, poderá conhecer-se melhor a vida e obra de Tchalé Figueira (Cabo Verde), Myriam Mihindou (Gabão), Mamadou Gomis (Senegal) e Michèle Magema (RD Congo).

Estes quatro artistas transmitirão com a sua obra não apenas emoções, mas também mensagens que nos convidam a refletir sobre a nossa existência, os problemas sociais ou a vida em geral.

Durante o mês de junho, emitiremos cada semana um vídeo de cada artista e finalmente um conjunto dos quatro. Todos eles ficarão guardados no nosso canal YouTube e também serão disponibilizados aqui.

Tchalé Figueira nasceu no Mindelo na Ilha de São Vicente. Após anos de viagens, fixou-se na Suíça, onde começou a sua carreira artística e frequentou a Escola de Desenho Artístico de Basileia entre 1974 e 1985. Quando regressou à ilha de São Vicente, como o seu irmão, montou o seu atelier junto ao porto do Mindelo na antiga casa da família. Para além da pintura, escreve poemas e canta com um grupo musical. Realizou exposições em França, Portugal, Espanha, Angola, Senegal, Estados Unidos e no seu país natal, Cabo Verde. [Ver vídeo]

Michèle Magema nasceu em 1977 em Kinshasa (República Democrática do Congo). Em 1984, instalou-se em França onde estudou e obteve o diploma da Escola de Artes de Cergy em 2002. Além disso, é  formada em Belas-Artes pela Universidade de Paris. Magema centra o seu trabalho nos âmbitos da fotografia, a instalação e o vídeo. Este último constitui um espaço idóneo para a livre expressão poética, social e política, sendo ela própria a personagem central das ações que se passam no seus vídeos. Por outro lado, centra-se especialmente no intercâmbio permanente entre a cultura do seu Congo natal e a da sua França de adoção. A sua obra artística encontra-se intimamente ligada à sociedade e à política, mas também ao existencialismo e à antropologia. Durante a Bienal de Dakar de 2004, obteve o Grande Prémio Léopold Sédar Senghor pelo seu vídeo de dupla projeção simultânea “Oyé-Oyé” que se deu a conhecer internacionalmente. Atualmente, os seus trabalhos são expostos em múltiplos espaços e contextos internacionais. [Ver vídeo]

Mamadou Gomis nasceu no Senegal em 1976 e é o presidente e fundador da Federação Africana de Arte Fotográfica (FAAP), que reúne mais de 160 fotógrafos de trinta nacionalidades diferentes. Gomis é um fotógrafo profissional, investigador e consultor, que com frequência dá, em África e em todo o mundo, palestras, cursos de formação fotográfica ou cursos avançados em centros de formação e universidades, entre outros. Além disso, as suas fotografias têm sido expostas no mundo inteiro: Dakar, Lagos, Accra, Adis Abeba, Cidade do Cabo, Maputo, Washington DC, Nova-Iorque, Berlim, Madrid, Las Palmas de Gran Canária, Barcelona, Paris, etc. As suas fotografias ilustram uma dúzia de livros e é o comissário do projeto intitulado "O Parlamento das Mulheres Africanas", que reúne mais de treze fotógrafos – incluindo oito mulheres africanas –  de cinco países diferentes. Gomis trabalha em vários jornais nacionais e internacionais, ONG e agências de imprensa internacionais. [Ver vídeo]

Myriam Mihindou é originária do Gabão, mas fixou-se em França em finais dos anos 1980, onde frequentou a Escola de Belas-Artes de Bordéus e se formou em 1993. A sua afasia impele-a a buscar um meio de expressão como um processo terapêutico. Primeiro trabalha na escultura e na forja. Cedo, a descoberta da Land Art, de Joseph Beuys e de Ana Mendieta levou-a explorar territórios mais próximos da natureza com materiais orgânicos (terra, água, sol, parafina, caulino, chá) e através de ações ritualizadas. Mihindou desenvolve uma linguagem visual multidisciplinar, trabalhando também em fotografia como performance, vídeo, desenho ou escultura. Ao sabor do seu nomadismo, do Gabão à ilha da Reunião, do Egito a Marrocos, o seu trabalho alimenta-se dos seus encontros geográficos e culturais. Altamente autobiográfica, o seu processo criativo sonda a memória, a identidade, o corpo social, político, sexual. [Ver vídeo]

                  

   

                 

Para o desenvolvimento das atividades África Vive, a Casa África conta com a colaboração do Cabildo de Tenerife e o apoio da AMAC (Associação de Mulheres Africanas das Canárias) e a FAAC (Federação de Associações Africanas das Canárias) 

 
 
 
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